quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

A TeleVISÃO

A vida social está em constante processo de construção e reconstrução, sendo permanentemente constituída e transformada pela ação e interação dos sujeitos. A televisão, como veículo influenciador de massa, por sua vez pode ser vista como algo que destrói ou danifica a construção de opiniões dos sujeitos e o modo deles agirem.
Sob este prisma, a TV pode ser vista como um meio que aliena, massifica e incentiva o impulso consumista em massa de produtos, forma opiniões – é onde mora o perigo, dita normas e regras, faz suscitar movimentos sociais e gera a nossa agenda setting. Ela também é capaz de modelar gostos, fazer suscitar vários questionamentos de ordem e convivência social, e principalmente pode ser um meio de educação muito eficaz.
O processo de convencimento da opinião pública se torna mais fácil se a TV dispõe de todos os meios e recursos necessários para tal fim. Assim, com o uso da linguagem, da imagem e do som, a TV aos poucos vai conquistando novos telespectadores, que, fascinados por esta caixa mágica, passam a aderir comportamentos e ideologias que são transmitidos a cada programa.
Sabemos que a televisão é um dos instrumentos mais democráticos em se tratando de informação e de programas voltados para o entretenimento. Mesmo sendo extremamente rejeitado e criticado por intelectuais e políticos, este veículo de comunicação foi e ainda é considerado um companheiro fiel, atento e reconfortante nas inquietações econômicas, sociais e culturais de nossas sociedades.
Para Muniz Sodré, um dos mais aplicados teóricos da comunicação de massa no Brasil, a televisão é um “sistema panóptico: o mais bem acabado momento técnico do panoptismo na comunicação social (...), responsável por uma relação social abstrata e passiva, modeladora ideológica dos acontecimentos”.
A babá eletrônica – como a TV é vista por milhares de mães – tem em sua grade programas para todos os públicos e idades. Para as crianças são oferecidos programas sem nenhuma graça, recheados de desenhos violentos e brincadeiras que despertam desde cedo, nos pequeninos, o desejo consumista.
Lynn Spigel nota que, “...a televisão figura como a expressão do progresso e de afirmações utópicas sobre a capacidade humana de conquistar e domesticar o espaço”.

Jandevânia Melo

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Comunicação: Necessidade Humana

Redação vencedora do 1º concurso da Semana pela Democratização da Comunicação

Tema: O papel da comunicação na sociedade
Aluna: Andréia Silva Souza 8ª série
Escola: E.M.E.F. Cecília Meireles


No tempo que vivemos o ser humano sente uma necessidade de se atualizar dentro da sociedade, pois cada vez mais ela cresce e se desenvolve. Para o ser humano estar interligado com os acontecimentos contemporâneos, ele deve em primeiro lugar está informado e para isso não existe meio melhor do que a comunicação.
Quando falamos de comunicação logo vem à idéia dos meios comunicativos como TV, rádio, telefone, internet, jornais, etc; não é mesmo? Isso acontece porque hoje em dia os principais fornecedores de noticiários informativos são esses e outros elementos tecnológicos que agiliza a comunicação entre sociedade e cidadão.
Não é a toa que cada vez mais o mundo se torna pequeno diante de seus habitantes, lugares até então desconhecidos, hoje, graças à comunicação é conhecido em quase todo mundo e pessoas desconhecidas podem fazer amizades do outro lado do mundo com a simples prática da internet.
E assim o mundo vai se tornando conhecido e as pessoas vão se aproximando, além de informar as pessoas, a comunicação tem como objetivo agilizar o procedimento de crescimento humano, pois desde o começo do mundo a comunicação é precisa, talvez sem comunicação o mundo nunca teria se desenvolvido como ele está hoje. Do que adianta existir o ser humano e não existir algo ou alguém que lhe faça ser alguém?
A comunicação nos faz ser alguém dentro da sociedade, pois além de ser informado a pessoa também informa. Dessa forma somos informados e formadores da sociedade contemporânea que cresce e desenvolve cada vez mais.